Só a reflexão sobre os erros leva ao desenvolvimento real

Convido – desafio! – vocês a resolver um enigma que pode, enfim, colocar o Brasil e os brasileiros nos rumos de um futuro realmente promissor. Eis o enigma: por que, neste país de plenitude, a maioria do povo passa necessidades?

Sem essa resposta, não há como chegar ao desenvolvimento verdadeiro, que nos traga, enfim, progresso econômico consistente, com geração de empregos de qualidade, com salários dignos, além de educação e saúde, pouco a pouco, para todos os brasileiros.

Sonho? Hoje, sim. E só será realidade algum dia se começarmos a trabalhar por isso. A Sara Nossa Terra anuncia seu compromisso com essa caminhada na próxima sexta-feira, dia 6 de janeiro, quando reunirá milhares de cristãos em Brasília para seu primeiro grande evento do ano, a Celebração Profética. Na abertura, festejaremos a união em torno do tema e nosso principal propósito para 2017: O Ano da Plenitude.

Antes de falarmos mais sobre esse desafio quero falar sobre o que é PLENITUDE. Usamos muito essa palavra, só que muita gente não entende seu verdadeiro significado. PLENITUDE é ter o suficiente de tudo quanto necessário para viver de forma digna: família, emprego, casa, comida. Muitos pensam que viver em estado PLENO é ter um monte de bens materiais: dinheiro de sobra, um carrão, uma casa que até serve para ostentar riqueza, porque vai muito além do que a família realmente precisa.

O que acontece conosco, que vivemos em um país tão pleno, mas que nega a seu próprio povo acesso a essa plenitude? Onde erramos na história? Em que momento foi plantada a semente que fez do Brasil o maior caso de corrupção da história? Por que nossa infraestrutura é improvisada, é feita na base do puxadinho, da gambiarra?

Deus criou o homem no Éden, palavra que, em hebraico, quer dizer pleno, plenitude. Então, Deus criou o homem em um jardim pleno, onde nada lhe faltaria. Por que o jardim do Brasil foi tão ingrato com a maioria dos seus filhos? Temos que encontrar resposta para essa pergunta, para que este ano de 2017 nos ajude a resgatar a história que nossos antepassados perderam. E ter coragem de executar, de fazer o que não foi feito.

As iniciativas que têm sido tomadas, muitas vezes, cerceiam o desenvolvimento em nome da distribuição. Mas esse não é o caminho. O caminho é o que vai na direção da distribuição, de acesso aos bens de forma plena.

 

 

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