Bispo Robson concede entrevista para o portal Panorama Mercantil

Com o título “Acompanhamos o mundo em que vivemos”, o jornalista Eder Fonseca publicou no portal Panorama Mercantil uma entrevista com o Bispo Robson Rodovalho.  Na publicação, o presidente do ministério Sara Nossa Terra, falou abertamente sobre diversos assuntos como tentações religiosas, teologia da prosperidade, veículos de comunicação,como a ciência e a fé podem caminhar juntas, dinheiro e, claro, sobre a igreja.

Confira alguns trechos dessa entrevista:

Quais são as principais tentações que um líder religioso sofre quando tem a missão de orientar os seus fiéis da forma mais correta possível?

As nossas tentações neste mundo são sempre as mesmas. São aquelas que Jesus vivenciou quando foi tentado pelo Diabo, na “concupiscência dos olhos, na concupiscência da carne e no saber da vida”. A diferença de um líder para as demais pessoas, quando surge uma situação assim, é que a consequência de uma queda tem um estrago bem maior para o caso dele, porque atinge milhares de pessoas.

O senhor fala muito em liderança, então nos diga o que uma pessoa que quer ser um líder tanto no âmbito espiritual como no âmbito empresarial e político precisa ter para se tornar um e ter êxito na sua jornada.

Acho que as prerrogativas de um líder são várias, mas a base é ter um caráter fundado na confiabilidade. Ele é o alicerce em que as demais pessoas e seus sistemas vão se apoiar. Além do caráter, é preciso ter visão de futuro, ter carisma para motivar e apoiar as pessoas por aquele propósito que está pregando e transmitindo.

Quem olha “do lado de fora”, vê as igrejas evangélicas de certa forma muito desunidas. Não acredita que se houvesse mais união entre as mesmas, a nação se converteria de uma forma ainda mais rápida e abrangente?

É claro! Até porque Jesus nos diz, em Jó 17:2, que quando amamos uns aos outros, a partir disso, o mundo o conhecerá.

Qual a visão do senhor sobre a Teologia da Prosperidade?

 Depende do conceito do que seja a Teologia da Prosperidade. Por exemplo, eu já encontrei pessoas que acham que se alguém está pobre, é porque está em pecado. Isso é um absurdo, uma arrogância. Por outro lado, Deus não criou a pobreza. Ela é resultado da distorção da administração humana. Mesmo em Israel, quando o Senhor dividiu a terra prometida, todos ganharam espaços proporcionais ao seu povo. Ou seja, todos tiveram o mesmo direito e o mesmo privilégio. Deus criou o homem no Éden, o jardim da plenitude e não no jardim da necessidade. No entanto, Paulo nos diz: “Sei estar contente em qualquer situação, tanto na abundância, quanto na necessidade”. É preciso sabermos viver sob essas duas condições.

 Confira na íntegra clicando aqui

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *