O país está em ebulição

No Congresso, trava-se uma batalha de vida ou morte entre o governo e a oposição. Disputam, voto a voto, o placar necessário à continuidade do mandato de Dilma Rousseff ou ao impeachment da presidente petista.

No Executivo, a base de apoio ao governo esfacelou-se de vez, com a formalização da saída do PMDB da base aliada ao Palácio do Planalto.

Nas ruas, onde estamos todos nós, a sociedade clama por mudanças. Mostra claramente que está cansada, que não se sente mais representada pelos políticos que aí estão. Exige reformas políticas e, em caráter urgentíssimo, uma saída para a crise econômica que já deixou desempregados milhões de pais de famílias.

A crise instalada na sociedade trouxe a discórdia, o conflito entre as pessoas, que se colocaram em campos adversários e se dividem em bate-bocas contre coxinhas e petralhas.

O embate acirrado tem separado em trincheiras da discórdia pais e filhos, casais de namorados e mesmo uniões matrimoniais de toda uma vida. Chegamos ao absurdo de uma médica pediatra se recusar a dar continuidade ao atendimento de uma criança, que já era sua paciente, porque a mãe da garota integra um governo do PT.

Salvo blogues de humor político, que fazem dos absurdos que vivemos hoje sua matéria-prima de trabalho, não se vê um ganho sequer de tudo isso para o país.

O que é isso, meus amigos?

Os brasileiros precisam se unir e dar um basta nesse fogo cruzado, que vitima todo o país, tal qual uma guerra civil.

A discórdia não traz soluções.

Quando digo os brasileiros, faço um apelo de todos à razão, desde os nossos familiares e amigos, passando pelos membros de nossos igrejas e irmãos de fé, até nossos governantes, no Executivo, nossos representantes democraticamente (bem ou mal!) escolhidos no Legislativo, e o senhores magistrados.

Vamos botar água nessa fervura, antes que todos os dedos estejam queimados. Fé em Deus, trabalho, respeito e diálogo.

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